Apresentação Associvans a futura parceira Volare

por / quinta-feira, 02 junho 2016 / Categoria Institucional

07/05/2016 – 13:00 horas (segunda-feira)

RODO SERVICE VOLARE

Assuntos Abordados: Discussões do assunto 1 Apresentar a ASSOCIVANS/PR.,

Decisão: Apresentação da ASSOCIVANS/PR a Empresa Futura parceira da Associvans/PR.

Compromissos: Ambas as partes se comprometem em auxiliar ao máximo o segmento que hora os           representam.
Discussões do assunto
Conhecendo RODO SERVICE VOLARE

A Rodo Service é uma concessionária autorizada dos veículos da Volare.

Pertencente à Marcopolo S.A., a Volare possui uma linha completa de micro-ônibus e é referência no segmento de transporte de passageiros e de versões personalizadas, atendendo as necessidades de cada cliente.

Fundada em 1995, a Rodo Service possui experiência e versatilidade no ramo de comércio de micro-ônibus. Com o conhecimento qualificado de seus profissionais, a Rodo Service possui prêmios de excelência em sua rede de atendimento, garantido aos clientes a segurança na compra e no serviço de pós-venda.

Com peças genuínas e profissionais treinados na fábrica da Volare, dispomos de 03 lojas no estado do Paraná: Curitiba, Cambé (Região Metropolitana de Londrina) e Cascavel.

A linha de produtos Volare nasceu, em 1998, da demanda de mercado por um veículo ágil, seguro, econômico e confortável no transporte coletivo de passageiros.

Curitiba: Rua Antonio Martins de Araujo, 333 (paralela à Brasílio Itiberê e esquina com a Av. das Torres) – Cep: 80.210-050 – Curitiba – PR., – (41) 3263-2700

Londrina: Rod. Celso Garcia Cid, 923 – Lote 01 Quadra 11 – Jd Ana Eliza – Cambé / PR.,
CEP: 86.187-000 – (43) 3174-3700

Cascavel: Avenida Tancredo Neves, 2791 – Bairro Alto Alegre – Cascavel / PR.,

CEP: 85.085-036 – (45) 3039-4700

VOLARE CINCO se propõe a unir vantagens do micro-ônibus e da van

Décimo Protótipo do Volare Cinco. Veículo atende às normas para micro-ônibus, mas incorpora conceitos da indústria de carros, segundo a fabricante. Capacidade de passageiros depende de configurações.

A Volare, unidade de veículos leves da fabricante de ônibus Marcopolo, passa a produzir também chassi. a empresa apresentou o protótipo do “Volare Cinco”

A unidade é do décimo protótipo. Ainda pode haver alterações, mas em linhas gerais o produto já foi definido. “Com o Volare Cinco vamos preencher uma fatia de mercado que não tínhamos participação e é muito importante no segmento de transportes. O veículo é integral e não o consideramos um ônibus, nem um micro-ônibus e tão pouco uma van, e sim um conceito inédito de transportar pessoas”

Mas então como classificar Volare Cinco? Tecnicamente, ele se enquadra na classificação de micro-ônibus, com PBT de cinco toneladas, entrando na categoria M3 do Finame e atende à resolução 445 do Contran, de 25 de junho de 2013, que estabelece os requisitos de segurança para veículos de transporte público coletivo de passageiros e transporte de passageiros tipos micro-ônibus e ônibus.

O rodado é duplo (rodas traseiras com dois pneus cada), a porta é pantográfica e as poltronas são como as de ônibus, mas a forma de produção é diferente, trazendo para o transporte coletivo características da indústria de carros. Trata-se de um veículo compacto que foi desenvolvido exclusivamente para transportar pessoas.

“Normalmente se usa o termo encarroçar o chassi. De uma maneira geral, com Volare Cinco criamos o ‘enchassizar a carroceria’, ou seja, desenvolvemos o veículo para transportar pessoas. A partir das dimensões e necessidades dos passageiros é que fomos desenvolvendo todo o conjunto. Chassi e carroceria formam um conjunto só e serão produzidos na planta de São Mateus, no Espírito Santo”.

A altura interna do veículo é de 1,93 metro, superior da maior parte das vans do mercado. A largura interna também é mais generosa, 1,90 metro.

A estrutura é tubular, como dos ônibus, mas o processo de fabricação adota características dos carros. Pelo maior nível de automação, as folgas são bem menores, com tolerância média de um milímetro. O painel é de plástico injetado, o que não ocorre com os ônibus.

Para o Volare Cinco, concepção é de “enchassizar carroceria”, ou seja, primeiro foi desenvolvido o espaço para os passageiros e motorista para depois ser concebida a mecânica e a plataforma São três Capacidades diferentes, de acordo com a configuração:

  • Escolar: 20 passageiros
  • Fretamento: 16 passageiros
  • Turismo: 13 passageiros

O painel do veículo pode ser dotado de rádio, GPS, DVD, leitor de cartão, entrada USB e câmera de ré. Entre as novidades que aproximam o veículo das características da indústria de automóveis é que a chave pode abrir a porta à distância pelo controle do alarme, como ocorre nos carros de passeio e que não é presente em nenhum tipo de micro-ônibus. O bagageiro também pode ser aberto por controle remoto.

“Fizemos pesquisas e ouvimos os operadores de ônibus e vans. Entre as necessidades que eles listaram estavam, por exemplo, melhor ergonomia e conveniência para o motorista, que normalmente é o dono do veículo nesse tipo transporte, custo/benefício, uma distribuição homogênea do ar-condicionado, porta-pantográfica automática, enfim características ora presentes nas vans, ora nos ônibus. Então, a proposta foi unir tudo isso em um só veículo”, Segundo o profissional, a maior parte das vans não passa de adaptações de veículos de carga, já os micro-ônibus hoje seguem a característica do mercado de primeiro o proprietário do veículo adquirir o chassi e depois a carroceria.

Os demais ônibus leves da empresa continuam no mercado. A Volare fabrica a carroceria e o chassi é feito ou pela Agrale, em toda a linha, ou pela Mercedes Benz, no caso do DW9.

O modelo, garante a Volare, é diferente do A5, micro-ônibus da marca de PBT de cinco toneladas, que na verdade era uma adaptação do A6, cujo chassi é da Agrale. Esta adaptação ocorreu em 1999, com a retirada do rodado duplo do A6. A Volare inicialmente chamou fabricantes de chassis para o projeto do Volare Cinco. Em 2011, deu início à conversação com empresas parceiras, mas após os estudos e a contratação de uma empresa de engenharia especializada, optou por fazer o próprio chassi do veículo. Entretanto, o modelo não é um Monobloco.

De acordo com a Volare, o motor é Cummis de 150 cavalos. A partir deste projeto, podem ser desenvolvidos outros veículos com o mesmo conceito para aplicações mais diversificadas. O transporte urbano, com as devidas alterações, é considerado num outro momento para o modelo. O mercado externo também é alvo da Volare.

O Volare Cinco atende às normas para acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida. “Acessibilidade, no entanto, não é apenas em relação ao cadeirante, mas é como todas as pessoas entram no veículo, a posição que elas ficam, a posição das pernas, dos pés, tudo isso foi pensado no Volare Cinco”

    Decisão: Ambas empresas irão efetuar ao máximo para atender bem seus clientes e associados nessa nova parceria.


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